AINDA INSISTO NUM
TALVEZ
Eu trago minhas
mãos...
...vazias agora.
O carinho que eu
queria lhe entregar...
Acabei por não dar.
Tanta coisa dentro de
mim precisei sufocar.
O grande querer foi
embora?
Fiquei tanto tempo
esperando...
Que a situação se
revertesse fiquei aguardando...
Não chegou a hora.
Era tanto o
esperar... tanto o sonhar...
E nada.
Então a vida fez
caçoada.
Os sonhos... o tempo
desfez?
Que insensatez!
Que estupidez!
E ainda insisto num
talvez...
sonia delsin

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